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Herpes Labial – Sintomas, Tratamento, Cura, Prevenção

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Herpes Labial – Sintomas, Tratamento, Cura, Prevenção
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A herpes labial é transmitida por meio do contato direto e pode causar algumas lesões na boca. Os usuários que são diagnosticados com herpes podem apresentar feridas ou bolhas.

Hoje, grande parte da população apresenta o vírus, ainda que o mesmo não tenha se manifestado. E quando acontecer pode ser mais de uma vez o ano.

Conforme os dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), a média de dois terços da população mundial com idade abaixo dos 50 anos, já foi exposta ao vírus.

Esta infeção pode não se manifestar só em sintomas, e como foi dito, parte dos pacientes nem sabe que apresenta o vírus. Com base nos dados, de 50% a 60% dos portadores desenvolvem os sintomas.

Herpes labial

A herpes labial ocorre pelo vírus Herpes simplex e causa lesões na borda dos lábios.

Estas bolhas possuem aparência de ferida, e podem atuar com o contágio e a disseminação. Geralmente, a boca é o local mais afetado, mas as feridas podem surgir na mucosa da bochecha, na boca, na pele do rosto e pescoço, entre outros.

Quando se fala em herpes é preciso citar a família do vírus Herpesviridae: o HSV-1 (tipo 1) e o HSV-2 (tipo 2). Os dois possuem uma estrutura parecida, mas sua composição é diferente. Neste caso, o organismo pode apresentar anticorpos diferentes conforme interação com o vírus.

No HSV-1 ocorrem lesões na boca, enquanto o HSV-2 pode sair na região genital. Os primeiros sintomas são brandos e sua transmissão é menor, diferente do HSV-2. Diante disso, os fatores imunológicos podem interferir na manifestação da doença e trazer reações semelhantes ao corpo.

Antes, 80% era na região genital e podiam ser causadas pelo herpes 2 (HSV-2), enquanto 80% era na boca, pelo HSV-1.

Causa do vírus

O herpes ocorre pelo vírus HSV-1 e para o HSV-2. Este contágio pode ocorrer em contato com as pessoas infectadas ou devido às secreções.

Depois da infecção, as lesões podem causar queda na imunidade, assim como estresse.

Como vimos, diversos usuários são portadores dos vírus, porém, nem todos têm os sintomas manifestados. Diante disso, o agente infeccioso pode ficar inativo no organismo por um tempo. Quando ele desperta, o vírus aparece nos lábios, boca e até na garganta.

Estágios da infecção

Após o vírus da herpes infectar o paciente, ocorrem três estágios, que são:

  • Infeção primária

Neste caso, o vírus vai para a pele e mucosa, e se reproduz. Neste estágio é onde se desenvolvem as feridas na boca e até febre.

Em alguns casos é possível que o vírus não cause feridas ou sintomas, desta forma ele é conhecido como infecção assintomática. Este tipo de infecção ocorre duas vezes mais que a doença.

  • Latência

O vírus segue no tecido nervoso, no gânglio da raiz dorsal. Como consequência, ele se reproduz e fica inativo.

  • Recorrência

Em momentos de estresse o vírus pode causar os sintomas e as feridas.

  • Transmissão

A transmissão pode ocorrer pelo o contato ou pela saliva. Os fatores de risco são mais evidentes quando o paciente demonstra lesões visíveis.

Em casos na qual o paciente não está em crise com a doença, o vírus pode ser passado. Normalmente estes casos podem ser em:

  • Beijo;
  • Compartilhamento de objetivos íntimos;
  • Contato com a pele lesionada;
  • Contato com gotículas de saliva;
  • Estresse;
  • Exposição ao Sol;
  • Menstruação;
  • Relações sexuais (sexo oral);
  • Outros tipos de infecção.

Sintomas da Herpes Labial

O usuário pode sofrer com os sintomas que pode ser manifestado em três estágios. A seguir veja como pode ocorrer:

  • Coceira: os pacientes sentem a coceira, ardor e formigamento na região dos lábios. Isto acontece antes que um ponto pequeno apareça e as bolhas se rompam.
  • Bolhas: as bolhas apresentam líquido e ficam nos lábios. Estas feridas também podem aparecer ao redor do nariz ou então nas bochechas.
  • Cicatrização: na cicatrização, as bolhas somem e ficam apenas as úlceras expostas mais rasas e logo ocorre a cicatrização.

No entanto, o principal sintoma da herpes, são as bolhas pequenas, avermelhadas e doloridas. Esta primeira infecção pode ocorrer nas crianças de 1 e 5 anos de idade. Logo depois das primeiras duas semanas, os sintomas somem e se manifestam depois de ter contato com vírus.

Além disso, é possível que o paciente sofra com dor de garganta e febre nos primeiros dias. O usuário pode se queixar de coceira, queimação e outros sintomas na região que surge às lesões. Logo, deve começar a aparecer na garganta, gengiva, rosto e outros locais.

Nos episódios seguintes, a herpes é mais branda e os sintomas menores. De qualquer modo, com a erupção acaba desenvolvendo:

  • Bolhas vermelhas, doloridas;
  • Bolhas que liberam fluido;
  • Crostas amarelas;
  • Lesões nos lábios, na boca e na gengiva;
  • Diversas bolhas que formam uma outra bolha.

Diagnóstico e tratamento

O diagnóstico pode ser feito por meio da observação clínica, ou seja, pela análise das feridas. Mas alguns testes podem ajudar a verificar o diagnóstico.

Para isto, pode ser solicitado alguns exames, como:

  • Exames de HSV (sorologia);
  • Teste de anticorpos pela lesão;
  • Cultura viral da lesão.

Logo que é identificada, pode não ser preciso efetuar o tratamento, pois os sintomas somem depois de uma e duas semanas.

No entanto, como solução é possível tomar medicamentos antivirais de via oral, para lidar com sintomas e a dor. Uma boa alternativa é tomar os medicamentos quando o vírus estiver no início.

Se os sintomas do vírus for frequente, vale a pena fazer o uso de medicamentos constantemente. O tratamento da herpes labial também pode ser feito com compressas antissépticas. No entanto, evite remover as crostas, pois pode causar sangramento e dificultar a cicatrização.

Medicação recomendada

Para o cuidado da herpes labial, pode ser utilizado os seguintes medicamentos:

  • Valaciclovir: como Valtrex e Herpstal;
  • Aciclovir: como Herpesil;
  • Fanciclovir: como Penvir e Fanclomax.

Acima, vimos os comprimidos, mas as pomadas também são úteis como a Aciclovir com princípio ativo e Zovirax. As versões anestésicas ajudam a diminuir a dor, como as de base de lidocaína e benzocaína.

A herpes labial tem cura?

Não existe uma cura para a infecção do vírus. Alguns pacientes podem apresentar os sintomas e isto acaba dificultando o tratamento. De qualquer modo, o indicado é o tratamento para evitar a recorrência, infecções bacterianas, disseminação em outras partes.

Prevenção

A prevenção da herpes é evitar o contato direto com a ferida. Além disso, um modo de diminuir o risco é procurar lavar os itens, antes de usar.

Caso você tenha contato com um usuário infectado é preciso evitar compartilhar. Alguns desencadeadores também são os culpados, como a exposição ao sol, por isso procure evitar.

Uma alimentação equilibrada também permite o cuidado com sua imunidade. O consumo adequado permite o fornecimento dos nutrientes para que o organismo mantenha-se em defesa.

Com estas dicas é possível manter o cuidado com a herpes labial. Lembrando que este artigo é apenas informativo, portanto, se tiver qualquer dúvida entre em contato com um profissional.

Referências:

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